Ética Profissional na Computação

Não sendo a profissão regulamentada, não existem órgãos fiscalizadores ou estruturas sindicais que zelam pelo bom desempenho do profissional.

Foram criadas associações ACM (Association for Computer Machinery), que possuem inclusive códigos de ética, entretanto a punição pela não-obediência às diretivas geralmente limita-se ao banimento da associação.

No Brasil existe a SBC (Sociedade Brasileira de Computação), que exerce influência na comunidade da área de informática, uma vez que a maioria dos professores universitários da área são seus associados.
Associação dos Usuários de Informática e Telecomunicações – SUCESU (sucesu@sucesupr.org.br )

Instituto para Ética da Computação criou um pequeno código de conduta que ficou conhecido como “Os Dez Mandamentos para Ética na Informática”

  • Você não deverá usar o computador para produzir danos em outra pessoa;
  • Você não deve interferir no trabalho de computação de outra pessoa;
  • Você não deve interferir nos arquivos de outra pessoa;
  • Você não deve usar o computador para roubar;
  • Você não deve usar o computador para dar falso testemunho;
  • Você não deverá usar software pirateado;
  • Você não deverá usar recursos de computadores de outras pessoas;
  • Você não deverá se apropriar do trabalho intelectual de outra pessoa;
  • Você deverá refletir sobre as consequências sociais do que escreve;
  • Você deverá usar o computador de maneira que mostre consideração e respeito ao interlocutor.

Discussão sobre PIRATARIA de software:

  • O que é?
  • O grupo é a favor ou contra? Por quê?
  • Conhecem a legislação a respeito? Qual é a pena para este crime?
  • De que forma pode ser evitada? Existem outras alternativas?
  • Como o uso de software livre pode contribuir para que esta não seja uma prática usual?
  • Quais as modalidades de software gratuitos existentes?

Ética, Moral e Direito

É extremamente importante saber diferenciar a Ética da Moral e do Direito. Estas três áreas de conhecimento se distinguem, porém têm grandes vínculos e até mesmo sobreposições.

Tanto a Moral quanto o Direito baseiam-se em regras que visam estabelecer uma certa previsibilidade para as ações humanas. Ambas, porém, se diferenciam.

A Moral estabelece regras que são assumidas pela pessoa, como uma forma de garantir o seu bem-viver. 

A Moral independe das fronteiras geográficas e garante uma identidade entre pessoas que sequer se conhecem, mas utilizam este mesmo referencial moral comum.

O Direito busca estabelecer o regramento de uma sociedade delimitada pelas fronteiras do Estado. As leis têm uma base territorial, elas valem apenas para aquela área geográfica onde uma determinada população ou seus delegados vivem. 

Direito: É o conjunto de normas de conduta coativa impostas pelo Estado, se traduz em princípios de conduta social, tendentes a realizar Justiça, assegurando a sua existência e a coexistência pacífica dos indivíduos em sociedade.

Pode-se notar a diferença básica entre Direito e Moral: a coercibilidade.

A Moral é incoercível e o Direito é coercível.

Isso mostra a plena compatibilidade que existe entre o Direito e a força.

o Direito é a ordenação coercível da conduta humana.

Ou seja, a coação no Direito não é efetiva, mas potencial, representando como que uma segunda linha de garantia da execução da norma, quando se revelam insuficientes os motivos que, comumente, leva os interessados a cumpri-la.

Teoria do Mínimo Ético

Consiste em dizer que o Direito representa apenas o mínimo de moral declarado obrigatório para que a sociedade possa sobreviver.

Ou seja, como nem todos podem ou querem realizar de maneira espontânea as obrigações morais, é indispensável armar de força certos preceitos éticos para que a sociedade não transgrida esses dispositivos indispensáveis para à paz social.

Miguel Reale questiona essa Teoria, dizendo que o campo da moral não se confunde com o campo do jurídico.

Não se pode dizer que tudo que se passa no mundo jurídico seja ditado por motivos morais.

Pois se deve observar que existe fora da Moral o imoral (contra a Moral), mas existe aquilo que é apenas amoral (indiferente a Moral).

EX.: Art. 297. do CPC que determina o prazo de 15 dias para que o réu, citado pela ação, se manifeste.
Essa regra não tem influência na vida moral.

Então, nem tudo que é jurídico é moral.

E também nem tudo que é lícito juridicamente é moralmente correto.

Cumprimento das Regras Sociais

As regras sociais podem ser divididas em:
DE ORDEM MORAL: que devem ser cumpridas de maneira espontânea. O ato moral implica a adesão do espírito ao conteúdo da regra.
Ex.: respeito o meu pai, pratico o ato com plena convicção da sua validade.

Existe a coincidência entre a minha consciência e o conteúdo da regra moral.

DE ORDEM JURÍDICA: são cumpridas pelos homens em determinadas ocasiões, por que a tal são coagidos.
Não é necessário a adequação da maneira de se pensar ao que a regra jurídica prescreve.

Essas duas ordens não são vistas de forma estanque, um preceito pode ser de ordem jurídica e ao mesmo tempo de ordem moral.

Ética

A Ética é o estudo geral do que é bom ou mau.
Um dos objetivos da Ética é a busca de justificativas para as regras propostas pela Moral e pelo Direito.
Ela é diferente de ambos – Moral e Direito – pois não estabelece regras. Esta reflexão sobre a ação humana é que a caracteriza.

Ética: Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto.

Moral: Conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada.

Vantagens do software livre

Os projetos de software livre tem revelado que compartilhar o código fonte de um software pode melhorar a sua robustez e qualidade de forma rápida. Uma vez que o código compartilhado seja de interesse da sociedade existe a possibilidade de contribuição de milhares de desenvolvedores, espalhados pelas grandes universidades, centros de pesquisa e organizações privadas. O crivo de vários usuários e programadores ajuda na identificação e na correção de erros. Além disto, com um grupo maior de usuários e desenvolvedores, o software pode ter contribuições de melhoria de acordo com as necessidades de cada local. Isto ajuda a obter softwares muito mais completos, com muito mais funcionalidades

“codificar programas de computador é a arte de inserir bugs em um código. Portanto, quanto maior o código mais bugs ele deverá ter.”

– Donald Knuth, em tom de brincadeira
Donald Ervin Knuth é um cientista computacional de renome e professor emérito da Universidade de Stanford. É o autor do livro The Art of Computer Programming, uma das principais referências da ciência da computação.

Introduce Yourself (Example Post)

This is an example post, originally published as part of Blogging University. Enroll in one of our ten programs, and start your blog right.

You’re going to publish a post today. Don’t worry about how your blog looks. Don’t worry if you haven’t given it a name yet, or you’re feeling overwhelmed. Just click the “New Post” button, and tell us why you’re here.

Why do this?

  • Because it gives new readers context. What are you about? Why should they read your blog?
  • Because it will help you focus you own ideas about your blog and what you’d like to do with it.

The post can be short or long, a personal intro to your life or a bloggy mission statement, a manifesto for the future or a simple outline of your the types of things you hope to publish.

To help you get started, here are a few questions:

  • Why are you blogging publicly, rather than keeping a personal journal?
  • What topics do you think you’ll write about?
  • Who would you love to connect with via your blog?
  • If you blog successfully throughout the next year, what would you hope to have accomplished?

You’re not locked into any of this; one of the wonderful things about blogs is how they constantly evolve as we learn, grow, and interact with one another — but it’s good to know where and why you started, and articulating your goals may just give you a few other post ideas.

Can’t think how to get started? Just write the first thing that pops into your head. Anne Lamott, author of a book on writing we love, says that you need to give yourself permission to write a “crappy first draft”. Anne makes a great point — just start writing, and worry about editing it later.

When you’re ready to publish, give your post three to five tags that describe your blog’s focus — writing, photography, fiction, parenting, food, cars, movies, sports, whatever. These tags will help others who care about your topics find you in the Reader. Make sure one of the tags is “zerotohero,” so other new bloggers can find you, too.